Heber Sanches Cotta Pesquisador Quando eu era criança, aos 8 anos de idade, eram meus vizinhos três irmãos “solteirões”. Morávamos na rua popularmente conhecida como Rua do Morro. Um deles chama-se Júlio Hudson, as outras Amélia Hudson e Maria Hudson. Frequentava a casa deles juntamente com meu pai e sempre meu pai, o saudoso Mozart Dutra Cota conhecido como Zazinho de professor Estevinho, me contava a historias deles. Dizia a história contada pelo meu pai: Aqueles “solteirões” com idade média de 70 anos de idade eram descendentes de ingleses que vieram para o Brasil em 1825. Chegaram pelo porto do Rio de Janeiro e vieram para trabalhar na exploração de…
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Abrecampense Ausente: Geovane Miranda
Abrecampense (às vezes) ausente Guardo em minha memória a doce e ingênua adolescência em Abre Campo, onde a felicidade reinava absoluta e tudo a nossa volta parecia conspirar para que fôssemos felizes e eternos. Os furtuitos namoricos, as “peladinhas” nos campinhos carecas, as brincadeiras nos jardins de nossa mãe Santana, os passeios de bicicleta, tudo isso reluta em deixar minha memória por ter sido tão gostoso e intenso esses momentos. Depois que nos tornarmos adultos mudamos demais nossos critérios de felicidade e, não poucas vezes, acabamos por atrelar nossa felicidade a coisas distantes demais de nossas mãos, provocando um sentimento de frustação, ansiedade e infelicidade. Já no final de 1983,…